De onde vem essa vontade incontrolável de imprimir definitivamente na pele uma simbologia pessoal? Não faço a menor idéia! O que sei, e recentemente, comprovei é que essa vontade arraigada emerge e não tem muito como sair pela tangente. Pelo menos, não para mim. Eu não me utilizo de tangentes!
Foi como uma pequena versão do mito de Psiquê, mas menos densa (ainda bem!). Cheguei no estúdio, vi umas fotos, achei o trabalho bom, vi inúmeras figuras e escolhi, des-escolhi, escolhi de novo e vamos logo que estou com pressa para ver o resultado!
Sequencialmente escolhi, flor no pé, estrela atrás da orelha, letra no pulso.
Saí com as duas primeiras conforme a escolha e a última mudei em menos de 3 minutos. Agora estou esperando mais um pouco (bem pouco!) para retroagir os tais 3 minutos e, quem sabe, perder uma meia hora na escolha daquela que irá se sobrepôr. Santa impaciência. Lua em áries em ação absoluta e irrefutável como sempre.
Lembrei-me de um filme "The Pillow book" (que traduzido ficaria O livro de cabeceira), dirigido por Peter Greenway, e vindo dele, algo que altera entre intrigante e surreal. A pele como objeto de imposição do desejo. Fica a dica para os fissurados em tatuagens.
Aí vão as fotos dos resultados da primeira e da segunda. A terceira, intitulo ainda em construção!
CAPA DO FILME

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