"Escrever... Mas por quê? Por vaidade, está visto...
Pura vaidade, escrever!
Pegar da pena... Olhai que graça terá isto,
Se já sabe tudo o que se vai dizer!..."
(Mário Quintana)
Acho que qualquer inutilidade a ser aqui escrita torna empírica a teoria acima...
Por isso mesmo, a escrevo, leia-se, escrevi. Em nome do empirismo sempre! (ou quase sempre...)
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